O médico legista, Renato Garcia Wernersbach, foi cassado pelo Conselho Regional de Medicina do Tocantins (CRM-TO) cuja decisão foi acompanhada e aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) em grau de recurso. A cassação do exercício profissional foi respaldada por infração aos artigos 23, 38 e 40 do Código de Ética Médica (Resolução do CFM nº 1931/2009).

O médico abusou sexualmente de mais de 20 mulheres na cidade de Araguaína, que procuravam o Instituto Médico Legal (IML) para se submeterem a exames de corpo de delito ou de conjunção carnal.

Wernersbach que teve seu registro profissional cassado no dia 20 de fevereiro de 2015 era natural de Niterói (RJ), se formou no ano de 2004 na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). 

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