Conforme dados do Sistema Integração Nacional do Conselho Federal de Medicina (CFM) o Tocantins é o segundo Estado mais fiscalizado, com 235 unidades de saúde visitadas em 2014, ficando atrás apenas do Paraná.

O Tocantins conta com 540 unidades de saúde inscritas no cadastro nacional dos prestadores, e os agentes de fiscalização detectaram que das 235 unidades fiscalizadas, algumas ainda não possuíam inscrição, além desse quesito, a falta de estrutura física e escassez de equipamentos também foram alguns pontos críticos encontrados nas fiscalizações. Para o presidente do Conselho Regional de Medicina do Tocantins, Tomé Rabelo, o empenho do departamento de fiscalização do Conselho é endossado pelos números, “é muito bom estar à frente de uma entidade proativa”, ressaltou o presidente.

Uma orientação do Conselho aos agentes durante as fiscalizações é checar as condições de trabalho do médico e conseqüentemente da população. Em 2014 o foco das fiscalizações foram unidades de saúde.

Hospitais

Foram realizadas também duas fiscalizações ao Hospital de Referência de Gurupi (HRG), localizado na cidade de Gurupi, distante 214 quilômetros da Capital, Palmas, na primeira visita foi observado o hospital no todo, na segunda, o trabalho foi direcionado apenas ao departamento de psiquiatria, pela condição critica, o hospital não tem ala e nem consultórios específicos para atender pacientes psiquiátricos, e a equipe multiprofissional não é capacitada para conter surtos psíquicos.  

Após a visita O CRM-TO enviou ofício ao diretor técnico do Hospital, exigindo providencias e melhorias.

Nota

Na reta final de 2014, o CRM-TO preocupado com as condições lastimáveis dos 19 hospitais gerenciados pelo Estado, em especial o Hospital Geral de Palmas (HGP), maior referencia de saúde do Tocantins, elaborou e publicou em veículos locais, nota de esclarecimentos a população, poderes competentes e a imprensa, falando que as Entidades Médicas do Tocantins vinham a público esclarecer que a piora no atendimento à saúde pública, estava estritamente ligada ao desabastecimento generalizado e que a ineficácia dos atendimentos a população, não poderia ser reputado os médicos.

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