Funcionários dizem que lixo não é recolhido há duas semanas e o problema também aconteceu em julho

O local destinado ao descarte do lixo já não comporta a quantidade de sacolas, no maior hospital público do Tocantins, o Hospital Geral de Palmas. De acordo com funcionários que não quiseram se identificar o lixo não é recolhido e se acumula na unidade há pelo menos duas semanas.

No local, pedaços de madeira foram colocados na tentativa de segurar o lixo contaminado, mas pouco resolveram. Os sacos que não cabem dentro do espaço estinado ao armazenamento correto, são colocados do lado de fora.

A empresa responsável pelo recolhimento de lixo informou que paralisou o serviço porque há três meses está sem contrato e sem receber o pagamento. Já a Secretaria de Saúde do Tocantins disse que vai regularizar o recolhimento do lixo hospitalar até o final desta semana e que está negociando com a empresa para quitar os débitos.

O problema do recolhimento do lixo na unidade não é novo. Em julho deste ano, por falta de pagamento, o recolhimento do lixo também foi suspenso. O material tóxico e contaminado ficou armazenado em local inadequado. Restos de sangue de transfusão, materiais corrosivos e radioativos que sobram de cirurgias e exames, além de fraudas e curativos contaminados ficaram a céu aberto. De acordo com a legislação brasileira, estes materiais deveriam ser incinerados e aterrados.

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