No dia 25 de maio, Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, o CFM, juntamente com os Conselhos Regionais de Medicina, fará durante uma semana um trabalho de conscientização do assunto entre médicos, estudantes e outros profissionais. 

No Tocantins uma equipe do CRM-TO promoverá panfletagem em hospitais e unidades de saúde, e palestras nas cidades de Araguaína, Gurupi e Palmas nos dias 19, 21 e 25 de maio respectivamente.

Recomendação

Como forma de colaborar com a causa, o CFM ainda publicou a Recomendação CFM nº 4/2014 que alerta os médicos e instituições de tratamento médico, clínico, ambulatorial ou hospitalar para que, ao atender uma criança, estejam atentos a procedimentos que auxiliam na busca por crianças desaparecidas. Observar como ela se comporta, se há marcas físicas de violência e também pedir a documentação do acompanhante, que deve ser pais, avós, irmãos ou um parente próximo. Caso não tenha parentesco com a criança, o médico deve pedir uma autorização por escrito.

Anualmente, são registrados no Brasil mais de 35 mil desaparecimentos de crianças. De acordo com especialistas no tema, 70% dos desaparecidos fogem de casa por problemas domésticos e cerca de 15% nunca mais reencontrarão suas famílias.

Observar semelhanças com os pais, sinais de agressão, comportamento da criança com a família. Estas são algumas orientações para que os médicos fiquem atentos nos hospitais, prontos-socorros e clínicas do país. Outra recomendação indicada pelo Conselho é que os médicos sempre confiram os documentos do menor e dos responsáveis.

Objetivo

Um dos objetivos da ação é divulgar a Lei Federal nº 11.259/2005, conhecida como “Lei da busca imediata” que prevê a busca imediata pela criança a partir da ocorrência policial. “Os brasileiros têm um mito de que é necessário aguardar 24 horas para fazer a denúncia. Este tempo é crucial para encontrar uma criança desaparecida”, alertou o presidente do CFM, Carlos Vital Corrêa Lima.

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