O Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame cerebral  é a doença que mais mata e incapacita no Brasil, com média de 68 mil mortes por ano.

As grandes dificuldades em relação ao AVC são identificar os sintomas e a resistência da população em buscar ajuda imediatamente. É importante também anotar a hora em que os primeiros sintomas apareceram.

Para que as sequelas sejam evitadas, ou pelo menos reduzidas, a Rede Brasil AVC, organização não governamental voltada para melhorar a assistência ao paciente no país, indica os cinco principais sintomas, que devem ser rapidamente considerados. A ONG informa ainda que, assim que identificados os sintomas, deve-se ligar imediatamente para o SAMU (192) ou para o serviço de ambulância de emergência da sua cidade.

Confira os principais sintomas do AVC:

Fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo;

Confusão, alteração da fala ou compreensão;

Alteração na visão (em um ou ambos os olhos)

Alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;

Dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente

Além dos sintomas, é importante que a população conheça os fatores de risco e as formas de evitar a doença. De acordo com a Rede Brasil AVC, pacientes com hipertensão arterial (pressão alta) têm chances de quatro a seis vezes maiores de terem um AVC. Pessoas diabéticas e/ou com altas taxas de colesterol e triglicérides, também precisam ficar atentas.

Outros fatores que aumentam as chances de AVC são o as doenças cardíacas, o tabagismo e o sedentarismo, por isso, a atividade física é um importante meio para se evitar a doença.

Tratamento e recuperação dos pacientes

Os distúrbios mais frequentes nos pacientes que sofrem um AVC são aqueles que acomentem a linguagem, memória e os movimentos, principalmente de braços e pernas, devido a grande rigidez muscular e dificuldade de relaxamento.

Esse tipo de sequela foi apontada como o mais incapacitante e impactante, já que diminui drasticamente a autonomia dos pacientes para a realização de atividades simples do dia a dia, como escovar os dentes, segurar um copo ou comer. (Fonte: Hoje em Dia)

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